sábado, 17 de julho de 2010

Em flor da pele

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........A música encarnou, e fez voar do piano acordes que foram tomando todo......... o ambiente, até emoldurar-lhe a alma já desabrochada em flor da pele.

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Acordei. À minha direita, uma loura celestial; à esquerda, uma morena infernal; e em mim, só o cansaço. É o sétimo dia, pensei --- .e tratei de voltar a dormir.

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Fonte da imagem: http://mavrosgatos.blogspot.com


24 comentários:

Pistoleiro Corvo disse...

E a música e os contos traz de mais belo em vida e morte.

abraços!

Mendonça disse...

Ótimos esses dois microcontos! Principalmente o segundo, por essa fíníssima e irônica paródia de Criação.

Aline Chaves disse...

Desistiu das postagens dos contos de réis em progressão aritmética?
Melhor assim, a conta-gotas, que deixa na gente um gosto forte de quero-mais...

Beijo

Celinha H disse...

Maravilha, Tuca! Adoro essa mistura que você faz entre lirismo e ironia.
Bjs

Anita disse...

Adorei mais a ironia que o lirismo!
Beijos

☆Lau☆ disse...

La pic super cool

Ricardo Novais disse...

Concordo com a Anita. Sou pela ironia, como sabe.
Abraço.

A minha essência disse...

Excelente! :D

Tuca Zamagna disse...

Obrigado, Pistoleiro Curvo. Abraço

Valeu, Mendonça. Você, como sempre, nos dando a maior força.

Pois é, Aline. Para manter a progressão, eu teria de publicar dessa vez dezessete contos. Não deu, porque o gás anda em falta...

Ver lirismo aqui é um baita e imerecido elogio, Celinha. Mas ironia??? Sou um rapaz seríssimo, você sabe.

Tuca Zamagna disse...

Que ironia, Anita? Isso é armação do Mendoça e da Aline! Beijos

Até você, Ricardo???

Obrigado, A minha essência. (:>

Luisa Queiroz disse...

Lindos os contos e a foto!

Antonio Alves disse...

Não sei onde o pessoal está vendo tanta ironia. No primeiro conto, vá lá. Mas no segundo? Eu acho muito natural um homem acordar cercado por dois mulherões e se sentir um deus, e mais ainda respeitar o próprio cansaço, direito de qualquer entidade suprema...

reltih disse...

excelente post, bella imagen
un abrazo

Márcia Luz disse...

Será que é por isso que faço luzes no cabelo? Céu e Inferno, tudo junto?

Alma e pele, loura e morena, celestial e infernal, cansaço e descanso... tanta antítese é lirismo puro! Se há ironia? Talvez eu esteja enxergando só uma face da moeda. Para mim essa nova leitura do Dia da Criação é prosa poética por demais lírica para completar o cenário musical instaurado no primeiro microconto.

Beijo grande!

Tuca Zamagna disse...

Valeu, Luisa!

È o que sempre digo a todos, Antonio: eu não seria a pessoa triste, ressentida e revoltada que eu sou, se todos me compreendessem como o Antonio Teodoro Alves. E olha que eu digo isso desde muito antes de conhecê-lo!

Obrigado, Reltih. Um abraço

Tuca Zamagna disse...

È o que sempre digo a todos, Márcia: eu não seria a pessoa triste, ressentida e revoltada que eu sou, se todos me compreendessem como a Márcia Luz. E olha que eu digo isso desde muito antes de conhecê-la!... Essa resposta tá um tiquinho parecida com a que eu dei ao comentário do Antonio Alves, né? Mas só um tiquinho, porque com ele eu fui lírico, de tão irônico; e com você estou sendo irônico, de tão lírico. Beijão

Vito Coppola disse...

Immagini particolari...


Vito

Tuca Zamagna disse...

E que particolari, hem, Vito!

Tita Nasc disse...

Muito bom, Tuca! Esse segundo continho me lembrou un que você postou há tempos, aquele do despertador. Mas só na estrutura, porque no conteúdo esse é mais irônico e o outro mais perturbador. Beijo

Tuca Zamagna disse...

Bem sacado, Tita. Eu mesmo não tinha percebido a semelhança. Beijo

frô disse...

Levitei!!!

Wilden Barreiro disse...

Eu só durmo porque uma dupla feminina dessa, na minha cama, só em sonho. É a santíssima trindade que pedi ao Diabo!

Tuca Zamagna disse...

Levitou, Frô? Pois eu voei lá no seu Lepidóptera Helicóptera!!!

Diabo é mãe, Wilden. Amém!

sagher disse...

seja bem vinda ao meu humilde espaço de poesia, digo eu claro