terça-feira, 9 de abril de 2013

O Grande Desfile de Pin-ups - O maior nome do cinema



Sara Montiel é o maior nome do cinema. E não apenas aos olhos do menino que 
eu fui (ou sou!) e que se apaixonou perdidamente por sua beleza exuberante e sensual. Porque dificilmente houve ou haverá uma estrela de nome verdadeiro maior que o de Sarita: 
Maria Antonia Alejandra Vicenta Elpidia Isidora Abad Fernández.







terça-feira, 2 de abril de 2013

O Grande Desfile de Pin-ups (nos camarins - 2)

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Roberto Lima juntou uns amiguinhos com os quais vem treinando a fundo os fundilhos para desfilar aqui.



Thais Costa capricha no rebolado, para fazer bonito na passarela. De tão feliz, o piano de orquestra que a acompanhará no desfile também não para de abanar a cauda. 



Joelma Bittencourt tem passado horas no Nhangapi, rio que banha o seu quintal, para aperfeiçoar sua performance de pin-up aquática. 




Para marcar o seu ritmo na passarela, Sandra Henrique de Souza treina o baticumbunda.




Julinha Diacov está na corda bamba. Doidinha para desfilar, ainda não conseguiu dobrar a mamãe Carla, que diz: “Você é menor de idade, não quero vê-la nas patas daquela cachorrada do Desinformação Seletiva!”




Luciene Cavalcanti está quase pronta para desfilar de Gilda (Rita Hayworth). Só falta tirar as sandálias, o chapéu e a gravata.



modelo caindo na passarela fail Modelo caindo na passarela   #fail

Raíssa Medeiros tem treinado muito bem para desfilar de Dita Von Teese. Já não cai do salto alto mais de três vezes por minuto.




Paulinho Saturnino vem treinando em grande estilo à beira do pântano da Pampulha, onde aproveita para pegar um bronze.


sexta-feira, 29 de março de 2013

O Grande Desfile de Pin-ups - Especial Cla e Glauco



Minha mestra em juventude eterna    .      .      .      .

Clarissa Leal, a fotógrafa Cla Leal, a minha amiga Cacá faz anos hoje. É o 19º ou 20º aniversário que ela comemora com a mesma carinha de adolescente que era quando ficamos amigos, no início dos anos 90. Há alguns anos, pedi a ela que me desse a receita. Ela deu, mas tudo que consegui foi infantilizar a minha alma até então adolescente. Apesar de não ser o que eu queria, valeu a pena. Fiquei bem menos chato e muito mais criativo. Parabéns e obrigado, querida! Penso sempre em você. Principalmente ao abocanhar a chupeta na hora de dormir e quando faço pipi na cama.

          Blog da Cacá: Cla Leal

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O patriarca da minha segunda família    .      .      .      .

Glauco Brandão também aniversaria hoje. Ainda não nos falamos, mas sei que ele está sorrindo este sorriso moderado e elegante que vocês veem aqui. Porque é assim desde que me juntei à família liderada por ele, então com 8 anos, e composta também por Carla, sua mãe, e Yula, sua irmã de 5 anos. De início, Glauco foi muito reservado comigo, decerto debatendo com seus botões sobre o sentido de ter em casa um maluco cabeludo e barbudo como eu. Mas em poucos dias me aprovou, e desenvolvemos um grande afeto que dura até hoje. É um amigão que me orgulho de ter. Uma amizade que nada pode abalar. Desde que, naturalmente, eu mantenha a camisa abotoada até o pescoço quando estou com ele... Parabéns, Glaucão!

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terça-feira, 12 de março de 2013

O Grande Desfile de Pin-ups - Especial Cris de Souza


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                                    Tiro os pés do chão
                                    as mãos do espaço
                                    e o tempo diz
                                    que a dor não pousa

                                    Nada existe, não
                                    enquanto faço
                                    constelações de giz
                                    na noite lousa

                                    Só passarão
                                    ávidos pássaros:
                                    os olhos de Cris
                                    no céu de Souza 

   Blog da Cris: Trem da lira         

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segunda-feira, 11 de março de 2013

O Grande Desfile de Pin-ups - Especial Eleonora



Ter uma irmã gêmea como a Eleô, dá é nisso: a pobre Nôra Marino Duarte nem pode comemorar com a devida indecência o seu aniversário, porque tem sempre a sombra palerma da irmã para deformá-la adiposa e jocosamente. Apesar disso, parabéns, querida amiga! Continue a destroçar corações e demais órgãos masculinos com a sua verve sensual de fêmea poeta. Beijos!

          Blog da Eleonora: Mnemosine 

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sábado, 9 de março de 2013

O Grande Desfile de Pin-ups - Especial Su Guimarães



Rio de Janeiro, 9 de março de 3013   .
Querida Suzana,

Não estou bem certo se tenho o direito de escrever a você para externar sentimentos que dizem respeito ao momento atual – o meu, o seu e, antes de tudo, o nosso. Esse receio é das pouquíssimas coisas que mudaram na minha nova vida. A morte não tem o poder, como a maioria das pessoas acredita, de mudar tudo. E tanto faz que seja a morte definitiva ou, como no meu caso, a morte com direito a vale-ressurreição.

Parece contraditório eu fazer esse preâmbulo tão delicado, tão íntimo, e tornar pública esta carta, em vez de enviá-la pelo correio com a rubrica top secret no envelope. Acontece que não faz parte do meu receio o julgamento de qualquer pessoa além de você. Não me atinge o que os outros venham a pensar, nem me preocupa que você possa se sentir exposta. Sem chance. Quem lê os seus blogs – e eu os leio desde a primeira postagem! – sabe que ninguém tem a necessária competência para lhe expor mais do que você mesma. Essa sinceridade radical e a capacidade de bem expressá-la são o que mais cativam a todos que a leem. A todos, sim, mesmo àqueles que supostamente não dão valor ao que você escreve, mesmo àqueles que aparentam, demonstram ou dizem não gostar de você. Nos quatro casos o que pesa, posso lhe garantir, é a frivolidade, o despeito, a inveja e... o medo... O MEDO DE SUZANA! Cristo, Ghandi, Luther King, Lennon... não morreram em decorrência dos eventuais defeitos que alguns viam neles, e sim porque eram amados. O amor, querida, é a pior das afrontas ao estofo estéril dos infelizes por vocação

Alguém escreveu:

Meu tio morreu de amor. Eu não quero morrer de amor, mas quero morrer amando. Amo mais o amor que o amado. Amados são vários, passam. O amor é que me faz leve, tranquila ou sobressaltada. É ele que justifica eu tão abstraída,  parada num trânsito caótico, esperando ser atendida pelo médico, numa viagem longa que não termina nunca. O amor me faz permanecer na fila de um banco o tempo que for, sem nem perceber. É ele que me distrai quando estou no supermercado, fazendo compras, lavando o carro, limpando a casa. É ele que me faz aturar aquela festa chata, aquela gente chata. O amor tira os meus pés do chão. Há quem tenha medo dele, eu não. Nem um pouco. Há quem diga que amar faz ferida, deixa cicatriz, mágoas, mágoas... pode até ser. Mas há tanta coisa nesta vida que faz o mesmo em nós e nem por isso ficamos nos esquivando delas, pois se esquivar do amor é dar as costas para a existência.(...)

O mesmo alguém escreveu também:

por ter acreditado, colhi todas as maçãs
amorosamente fatiadas
por ti
a mim ofertadas com votos de bem amada

e assim, caminho
pelas manhãs...

[não são tantas as alegrias
mas tenho sempre a ti
a velar na chama ardida
curar minhas feridas
das paixões mais vãs]

em amanhãs

Até amanhãs, querida. Todos, sempre!

Com amor em beijos,

Teopha

 P.S.: Não há erro de digitação na data desta carta. Posso perfeitamente lhe escrever daqui, de mil anos à frente do seu dia de hoje. O tempo não conta para nós, somos atemporais enquanto os nossos sentimentos assim o determinarem.

Blog da Suzana: O medo de Suzana

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