Eu não gosto de ficar falando de trabalho fora dele. Mas, vocês vão me desculpar, hoje é inevitável.
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Há três semanas fiz uma postagem sobre o meu escritório (aqui), sem qualquer intenção que não a de apresentar a vocês, amigos leitores, um flagrante da minha árdua faina diária no cockpit de minha escrivaninha cativa na Adega da Praça. Não pretendia voltar ao assunto, mas... hoje é inevitável
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Imaginem que durante a semana retrasada bati ponto no escritório todos os dias, e ninguém me comunicou que haveria expediente extraordinário no sábado à tarde. Minto; o fotógrafo Americo Vermelho, membro da diretoria do blog Tira a mão do meu pé sujo, cujo escritório é geminado ao nosso nas dependências da Adega, comentou vagamente que talvez houvesse alguma atividade naquele horário. Mas não me revelou que o trabalho era de tal magnitude!
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Tratava-se, leitores, do trabalho que se vê na foto acima. Não era, reparem bem, um trabalho qualquer, já em fase de conclusão, praticamente pronto para ser arquivado. Não. Tratava-se de um processo, um volumoso processo
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E quando passei no escritório no próprio sábado, mas já de noitinha, do processo nada mais se sabia. O máximo que apurei é que teria sido enviado para uma vara de família, procedimento que considero imoral. Claro, pois quem não sabe que a nossa justiça, além de cega, é surda, muda e broxa, para dizer o mínimo? Portanto, o belo e volumoso processo passou o fim de semana numa vara inativa, sem ninguém que lhe desse a devida atenção carinhosa e ardente.
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Ora, sabendo que o escritório conta com um funcionário exemplar como eu, não seria mais lógico – e justo – que o processo fosse entregue aos meus cuidados? Todos sabem que eu viraria a noite se fosse necessário (e sempre é ) analisá-lo minuciosamente. Eu não hesitaria em sacrificar também todo o meu santo domingo para reanalisá-lo, com zelo redobrado, em seus mínimos, médios e máximos detalhes!
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Enfim, agora é tarde. O que me resta é continuar trabalhando com o afinco habitual e esperar que da próxima vez seja diferente. Porque – acreditem se puderem – é a 16ª ou 17 ª vez que um processo dessa grandiosidade surge no escritório sem que eu esteja presente. Sei não... ou sou o trabalhador mais azarado do mundo ou... tem traíra gorda no pedaço!
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Mais páginas do sigiloso e escultural processo
(clique nas fotos para ampliá-las)
Para folhear melhor todo o processo, veja o vídeo aqui.!!!
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O FRAMENGO precisa de você!!!
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