
Esquece a Genética e olha bem pro do papai... Não
tá quase igual? Então, cara, não demora nada estará
duas vezes maior: um bitelão de uns
(Valeu, de novo, Roney Bala!)
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Esquece a Genética e olha bem pro do papai... Não
tá quase igual? Então, cara, não demora nada estará
duas vezes maior: um bitelão de uns
(Valeu, de novo, Roney Bala!)
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Eu não sou anti-drogas, como não sou anti porra
nenhuma – exceto anti-anti. Mas você não acha que
ainda é meio cedo pra pedir um tapinha, não, garoto?
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(Valeu a dica, Roney Bala!)
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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Teophanio Lambroso . . . . . . . . . . . . . . . . .
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Empolgado com a leitura de alguns de meus artigos da série A ubiqüidade ao encalço de todas, e assessorado pelo onisciente Prof. Edson Rocha Braga, há três semanas o Tuca Zamagna vem tentando estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Até agora, a experiência tem sido um quase absoluto fracasso: nosso desajeitado amigo só conseguiu estar simultaneamente na sala e no quarto de seu conjugado.
Desde a última quinta-feira, no entanto, a imagem do Tuca desandou a aparecer nos mais diferentes pontos do país e até do exterior. O interessante – e bastante animador, sem dúvida – é que somente mulheres têm testemunhado essa estapafúrdia manifestação de ubiqüidade, como informam as centenas de mensagens femininas que temos recebido, muitas delas acompanhadas do registro fotográfico da aparição.
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É o caso de Hericleuda Bimbão, dona de casa de Pindamonhangaba do Sul, Piauí. O Tuca, segundo ela, apareceu na madeira do armário da cozinha (foto acima) – “e não dentro do armário do quarto, como costumam fazer os rapazes que têm vergonha de aparecer pelado na minha cama quando meu marido chega em casa”. Hericleuda afirma que Tuca iluminou a sua vida. Também, pudera: ela acendeu, pela casa toda, dezenas de velas de sete dias da marca Tuca (à venda nas melhores sex-shops, casas esotéricas e funerárias!). Tanta luz acabou por induzir seu marido a ter uma idéia luminosa: cobrir de armários as paredes do quarto do casal, de modo a poder alojar confortavelmente toda a rapaziada tímida que freqüenta sua esposa.
Já a lavadeira Orélia Oaisse, de Porto Seguro de Itapemirim, Mato Grosso, conta que se deparou com o rosto do Tuca quando ia limpar o ferro de passar (foto). Sem querer apagar a imagem e sem poder passar as roupas para não sujá-las, Orélia encontrou uma saída que poderá torná-la milionária: passou a estampar, com o próprio ferro, a imagem do Tuca em camisetas, que estão vendendo como água. Além disso, vem imprimindo as fuças do nosso amigo em calcinhas que, por enquanto, ela não vende por dinheiro nenhum: “Tem estampa em dose dupla, Tuca na frente e Tuca atrás. Me sinto um recheio de sanduíche com pão de alta qualidade, que me mantém quentinha e feliz o dia todo!”
A metalúrgica Zinca Chumba encontrou a imagem do Tuca numa das infiltrações de água ocorridas em sua casa (foto) durante as fortes chuvas que têm alagado a cidade de São Paulo de Viterbo, Acre. Zinca não pretende consertar as infiltrações, porque está adorando a peregrinação de paulistanos à sua residência, gente que vem de todos os bairros – a nado, de canoa, de bóia, de jet-sky – para ver a imagem do Tuca e procurar outras nas demais infiltrações. “Até agora, já foram comprovadas mais oito aparições – conta Zinca –, entre elas a da Hebe, do Cebolinha e de um tucano careca, além de outras cinco do Tuca que não acho legal mostrar pois são tremendamente eróticas.”
A aposentada Erda Ostha, de Quixeramobim, Alemanha, nos telefonou dizendo ter visto o Tuca em uma banana d’água (foto). A princípio, achou apenas curioso o fato de as manchas da casca formarem um rosto tão perfeito, até descobrir que todas as bananas da penca que comprara tinham a mesma característica. E comentou: “As banana do Tuca é um verdadeira milagre. Faz muita bem durante o madrugada.” Alertada sobre o perigo de comer uma fruta tão indigesta à noite, a velha dama caiu na gargalhada, e explicou: “Quem fala que Erda come um banana à noite?... Os banana todas da Tuco é que come Erda o noite inteira!”
Até no Japão a imagem do Tuca já apareceu. A jovem Takabu Sasseka, de Naskoshin Nundah, disse estar muito “aregre” com a aparição do nosso amigo no traseiro de seu cão Xuxeta (foto). Segundo Takabu, o animal era uma fera, vivia atacando os gatos da vizinhaça, mas agora brinca tranqüilo com todos os bichanos, e até já aprendeu a miar com as gatas: “Eras ficam arucinadas quando vêm a imagem do Tuca, no? E querem ‘rogo dar pro meu cachoro.” Só há um problema, revela Takabu: “Vizinhos ‘rerigiosos cismaram que o Tuca é deus, no? Daí, vivem metendo o dedo no cofrinho do Xuxeta para depois se benzerem.”
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Fonte das imagens: Bule Voador
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Prof. Edson Rocha Braga
.. . . . . . . . . . . Trata-se da inversão da imagem.
. . . . . . . . . . . Sabe-se que a imagem transmitida através das pupilas chega invertida à retina. Mas, por muito tempo não se conseguiu descobrir como o cérebro não as percebe invertida.
. . . . . . . . . . . O mistério foi totalmente explicado em 1992 por Ariosvaldo. E a explicação estarrece pela simplicidade pois que, tão-somente, o mundo, na realidade, é todo invertido. E apenas o percebemos ao contrário do que ele é.
. . . . . . . . . . . Essa contradição foi reforçada após a descoberta da máquina fotográfica, a qual, como todas as invenções do homem, foi criada ao contrário.
. . . . . . . . . . . Ariosvaldo solucionou o mistério observando o mundo através de um espelho côncavo, o qual, por falha humana de fabricação, refletia corretamente. (Tratava-se, verificou-se depois, de um espelho planejado para ser convexo.)