terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Notícias do fim do mundo

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Amazonas existem mesmo

– e são boas pra mandioca!

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Comprovou-se ser real a até ontem lendária existência de uma tribo de mulheres guerreiras no norte da América do Sul. Dizia a lenda que elas teriam sido avistadas – e, algumas, até bolinadas – pelo conquistador espanhol Francisco Orelana. Aquela vasta região desértica era, segundo outra lenda, coberta por uma densa floresta cortada por um caudaloso rio cujo nome é o mesmo que Orelana deu às mulheres guerreiras: Amazonas.

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Pois ontem retornaram de lá três membros de uma expedição científica que percorreu quase toda a Amazônia em busca de sinais de vida. Os três – um tarrafeiro, um carregador de bonés e um coroinha mineiro – trouxeram oito fotos e cerca de 3% das anotações feitas pelos cientistas. Explicaram que centenas de fotos e a maioria dos 96 quilos de anotações eles precisaram consumir durante a volta, parte como alimento, parte como papel sanitário.

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A floresta amazônica, na avaliação dos três expedicionários, é mesmo uma lenda, mas há bastante mato rasteiro às margens do rio Amazonas: “Pastamos muito capim do bom à beira dele, que é um córrego dos mais caudalosos, chegando a medir, nos trechos mais largos, quase metro e meio”, disse o tarrafeiro. Ele informou, ainda, haver fartura de peixe por lá. “Num só dia de trabalho cheguei a puxar um total de oito piabas na tarrafa!”

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O carregador de bonés trouxe 37 dos 41 bonés dos integrantes da expedição que não voltaram, e fez questão de entregá-los pessoalmente às viúvas – 28 delas, segundo ele, bem boas de cama. Quanto aos quatro bonés restantes, ele informou que ficaram com seus donos. “Eles resolveram seguir córrego Amazonas acima, acreditando que o curso d’água seria muito mais volumoso perto da nascente, quando já estaria livre daquele bando de afluentes sanguessugas”, explicou.

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Conhecer as lendárias amazonas deixou o coroinha mineiro muito excitado. Ele disse que essas mulheres, além de muito bonitas, são realmente grandes guerreiras. “Umas quinze delas enfrentaro os nosso 37 companheiro que não vortaro e, !, derrotaro e comero eles em poucos minuto”, contou, empolgadíssimo. E acrescentou: “Eu mais esses dois aí demo foi sorte, que as muiécomeu nós de sobremesa. Ô muierada mandiocuda, sô!”

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Última moda esotérica

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Com a iminente extinção da vida no planeta, a última moda entre os videntes é fazer três listas de previsões para o Ano Novo. Uma, muito favorável, para os que vão para o Céu; outra, tão boa quanto, para os que vão para o Inferno; e, tentando faturar ibope entre os agnósticos, uma lista especialmente alentadora para os que vão para o Nada.

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O vertebrado que voava

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Foi visto e fotografado ontem, no leste do semi-árido suíço, uma pomba – sim, um quase inacreditável remanescente do conjunto de seres cobertos de penas a que chamávamos ave, cuja meia-dúzia de derradeiras espécies foram consideradas extintas há mais de quatro décadas! Consta que a grande maioria das aves voava, mas o espécime encontrado apenas arrasta-se pelo chão.

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Consultado pela reportagem da Bolha de São Paulo, o Prof. Dr. Manoel Joaquim de Coimbra, o último zoólogo da Terra, pôs em dúvida a descoberta. Depois de examinar detidamente várias fotos do bizarro ser, o eminente cientista luso opinou: “A mim, ô pá, isto cá mais parece uma lesma que chafurdou na serragem, ora, pombas!”

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Oiapoc extingue mortos

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A partir de zero hora de amanhã fica proibido se referir aos mortos como tal. A expressão correta passará a ser não-vivos. A decisão é da Presidente dos Estados Unidos Restantes do Mundo, Hilary Barack Obusho, que acatou parecer da Oiapoc – Organização Internacional dos Amigos da Politicagem Correta.

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Cotação das águas (por gota)

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Potável – Є$ 9.835,63

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Saloba - Є$ 7.694,84

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Lamacenta - Є$ 5.801,36

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Urina - Є$ 4.934,72

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Esgoto in natura - Є$ 1.631,09

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Radioativa - Є$ 477,58

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cachorros não são ovelhas

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Mais vale nenhuma ovelha na igreja
que um vira-lata na casa da mamãe


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O padre Marcelo Rossi pode ser muito hábil no trato com as ovelhas de seu rebanho, mas daí a entender de cachorro... é outra história. Em 26 de dezembro ele deu uma verdadeira aula de como lidar na rua com cães ferozes. Menos de duas semanas depois o sacerdote psicocinófilo teve a oportunidade de botar em prática seus conhecimentos com o vira-lata de sua (dele) mãe. Vejam, nos dois pequenos vídeos abaixo, a "aula teórica" e o que aconteceu na prática que comprova, no mínimo, que santo de casa não faz milagre.

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Haicães

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O lirismo oriental de um cão

que é dono do próprio focinho


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Poemas de um cão sem dono é o título do livro do meu amigo Caio Julius Caesar, mais conhecido como Cesinha, um vira-lata que vive pelas ruas do Rio desde que nelas foi jogado, junto com mais cinco irmãos, pela cadela dona da cadela mãe deles.


A obra reúne variados gêneros poéticos, do verso livre à canção em redondilhas rimadas, do soneto em decassílabos ao soneto em alexandrinos, do oito pés a quadrão dos repentistas nordestinos ao haicai. São deste gênero oriental os poemetos que agora apresentamos batizados, pelo próprio Cesinha, de haicães.


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. . . . . . . . . . . . . . . . .Calor bem redondo.

. . . . . . . . . . . . . . . . .A chuparem, qual sorvete,

. . . . . . . . . . . . . . . . .o meu sangue... pulgas!

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .Não há frio algum

. . . . . . . . . . . . . . . . .no breu junino do Rio

. . . . . . . . . . . . . . . . .fora da tevê.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .Chuva sem telhado,

. . . . . . . . . . . . . . . . .arvoredo de relâmpagos.

. . . . . . . . . . . . . . . . .Treme, sombra cã!

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .Mosca é borboleta

. . . . . . . . . . . . . . . . .que pousa e vira esse horror

. . . . . . . . . . . . . . . . .na sarna que eu coço.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .Cheia, lua cheia.

. . . . . . . . . . . . . . . . .Por dez mil vezes que eu ladre,

. . . . . . . . . . . . . . . . .cheia... e não estoura!

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .Outono é por quanto

. . . . . . . . . . . . . . . . .tempo ventanias levam

. . . . . . . . . . . . . . . . .nuvens na coleira.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .Caravanas passam...

. . . . . . . . . . . . . . . . .E nós, cães, só espiando, mudos

. . . . . . . . . . . . . . . . .que nem orelhões.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .As flores no cio.

. . . . . . . . . . . . . . . . .Laninha, a poodle jeitosa,

. . . . . . . . . . . . . . . . .gasta au-aus com gatos.
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Sol noturno

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O não-nascido leva ao circo
as gargalhadas do falecido . . .
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Em sua Autobiografia de um que nunca nasceu, Fiophélio Nonato passa a conviver com súbitas aparições da gargalhada de seu padrinho Eros Ivo depois que este morre, em circunstâncias estranhíssimas. No trecho do livro que apresentamos a seguir, a gargalhada aparece em lugar bem apropriado: no circo, umas das paixões de Nonato e seu “Dindo”.

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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sexta-feira, 13 de abril de 2012


O circo lotado, fim do derradeiro número. A gargalhada monumental e irresistível do meu finado padrinho Eros Ivo eclodiu como rédeas conduzindo para o alto os risos e aplausos dos expectadores que se renderam, todos, às fantásticas cambalhotas mortais do palhaço Fefênix, sem perceberem que o artista, estirado imóvel no chão, prolongava a imobilidade não para dramatizar e realçar o efeito cômico da sua performance, mas porque lograra realizar a cambalhota mortal perfeita: no ar, enquanto piruetava a esmo, fisgara o mal súbito que o matou. E agora todos gargalhavam cada vez mais alto, sob a batuta sonora do Dindo, e logo se dobrariam de tanto rir, caindo uns sobre os outros, alguns já molhando as calças, outros até babando a alma alheia.


O palhaço Fefênix então se levantou da morte e, meio sem graça como qualquer morto que é aplaudido, tirou o chapéu e curvou-se agradecendo ao respeitável público que a essa altura uivava junto comigo de tanto rir. Presa do riso feérico, o falecido Fefênix tirou a careca postiça e de novo curvou-se agradecendo ao respeitável público que chorava de rir a cântaros. Afogado de emoção, o defunto Fefênix tirou a sub-peruca de magistrado que encobria sua calvície real, para curvar-se agradecendo ao respeitável público que ria a bandeiras brasileiras despregadas. Patrioticamente, o de botas batidas Fefênix tirou sua carnal careca apátrida e mais uma vez curvou-se agradecendo ao respeitável público que ria mais que filhos de cego perdido em tiroteio de bombinhas juninas.


Desnorteado, o escalpelado corpo sem vida do palhaço Fefênix tirou o tampo do crânio e quase caiu para frente ao curvar-se agradecendo ao respeitável público que gargalhava a cambalhotas em cascata e em chafariz – de praça ou de cetáceo. A esguichar leques e salamaleques, o não-autopsiado Fefênix tirou o cérebro e, sem pensar, curvou-se agradecendo ao respeitável público que já botava pelo riso escancarado o coração batendo palmas, os bofes assobiando e, pelos zíperes estourados de tanto rir, o pênis badalando sinos ou o clitóris chacoalhando guizos, acompanhados de pedidos de bis, mais, isso aí, vamos lá, com força, ui, vem, espera, ai, aperta, humm, ainda não, nossa, não pára, uau, tudo, ai ai ai, assim, mais rápido, u-uuu, tô quase...


Libidinosamente, a desmiolada peça anatômica Fefênix tirou do oco da cabeça coelhos arrulhando pombas, pombas chocando ovos de Páscoa, cobras quadradas e lagartos redondos, o monstro do Lago Ness pescado por um Dragão da Independência no Piscinão de Ramos, a vedete Rose Rondelli aos 18 anos sussurrando nudez sob uma burca negra semitransparente... e curvou-se, curvou-se várias vezes agradecendo ao respeitável público que guerreava em paz e amor a gargalhadas disparadas não só da boca como dos olhos, das narinas, das orelhas, dos mamilos, do umbigo, do coração, do intestino, da mente, da alma, do espírito, do karma, da aura, dos chakras, dos meridianos, das nadis, do prana, do kundaline, do ego, do superego, do id, da libido, das pulsões nomeadas e das pulsões inomináveis, dos apitos eróticos do seu Celestino de cada um um-mesmo e de cada casal, triângulo, pentágono, trenzinho de tchutchucas e tchutchucos cachorros e cachorras preparadas e preparados – nas mais variadas posições judaico-cristãos, nas do kama sutra, nas tântricas e em muitas outras bem mais sofisticadas, mágicos frutos do improviso.


Envolvido pela fumaça do inconsciente coletivo em chamas, o presunto defumado Fefênix desabotoou, num truque de prestidigitação sem o uso das mãos, a braguilha da alma, e botou para fora seu corpo em rigidez cadavérica transubstanciando-se num infinito picadeiro multicolorido sobrevoado por almas de palhaços: as do Carequinha, do Fred, do Zumbi e do Meio-Quilo; as do Arrelia, do Chincharrão, do Piolim, do Torresmo, do Picolino e do Massaroca; as do Serrano, do Pirulito, do Polidoro, do Eduardo Neves, do Alcebíades, do Caetano Namba, do Dudu Diamante Negro e do Benjamin de Oliveira – com sua peruca de cabelos lisos e o alvaiade no rosto que poupavam as platéias escravagistas da visão hedionda de um preto forro fazendo, nos picadeiros do segundo império, graça das boas como se branco fosse...


Sem mais corpo nem tempo nem espaço para curvar-se ante o respeitável público que transformara-se num mar gargalhante de orgasmos cujas ondas lambiam o rabo incandescente de sua essência em forma de cometa, o agora palhastro Fefênix agradeceu a abanar sorridente o referido traseiro luminoso. E enquanto as almas-estrelas dos seus companheiros iam estampando constelações pela cobertura celeste noturna do circo, o indelével espírito palhaço de Fefênix traçou, esvoaçando entre nuvens de gargalhadas formadas por evaporação do respeitável mar, mirabolantes cambalhotas imortais, antes de esborrachar-se estirado no céu circense e prolongar para sempre a imobilidade que dramatiza e realça o efeito cômico de sua performance como sol noturno – aquele lá, com La Rondelli, rósea risonha lua nua, na lapela.

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A Genética em Marcha

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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Prof. Edson Rocha Braga



Tirante a Astrologia, a Genética é o ramo da ciência que maiores benefícios deverá trazer à Humanidade em futuro próximo, possibilitando inclusive o Fim da Fome.
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Através dos cruzamentos e seleções genéticas, novas formas maravilhosas de vida animal e vegetal têm sido criadas ao longo das eras pelo Homem, tais como o trigo, o milho-verde, o catatau-marinho, o beija-fruta e o ornitorrinco (pato+cão+piabanha).

Uma equipe de biólogos da Universidade de Palo Seco vem se destacando particularmente nesse setor, desenvolvendo novos experimentos em favor da produtividade agropecuária. Mas isso tem sido conseguido à custa de muito labor, estudo e abnegação, mormente em razão de eventuais e inevitáveis malogros. Recorde-se, por exemplo, a experiência intitulada Cenouralha de Dupla Função - CDF.

Cruzando cenouras com bertalhas, pretendiam os pesquisadores de Palo Seco obter uma planta híbrida da qual tanto a raiz (cenoura) quanto as folhas (bertalha) pudessem ser utilizadas como alimento para seres humanos adultos, de ambos os sexos. Após seis anos de exaustivos testes no laboratório e no canteiro cedido por um dentista amigo da ciência, conseguiu-se fazer germinar uma semente híbrida.

Animados com o sucesso, os pesquisadores fundaram uma Associação Rural e adquiriram um terreno de 38 hectares nas encostas de Sierra Madre, México, onde iniciaram imediatamente a plantação de 6 milhões de sementes híbridas.

Seis meses mais tarde, a plantação se apresentava fértil e verdejante, constatando-se, porém, a ocorrência de um imprevisto: todas as plantas eram bertouras, ou seja, tinham folhas de cenoura e raízes de bertalha, mostrando-se assim impróprias para o consumo de homens e mulheres.

Os cientistas, porém, não desanimaram. Seus esforços prosseguem.
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